Os 7 Melhores Bateristas Do Rock Nacional De Todos Os Tempos

Os 7 Melhores Bateristas Do Rock Nacional De Todos Os Tempos
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Os 7 Melhores Bateristas Do Rock Nacional De Todos Os Tempos

Chegou a vez deles, os 7 melhores bateristas do rock nacional de todos os tempos!

Na edição inaugural do nosso Canal no Youtube, há pouco mais de um ano, falamos sobre os 10 maiores bateristas do rock Internacional.

Clique no player abaixo para acompanhar o vídeo:

Vídeo da Edição 01 do Nosso Canal

Hoje falaremos especificamente dos bateras Brazucas Os 7 melhores bateristas do Rock tupiniquim.

Fizemos várias pesquisas e levantamentos em sites especializados da área, atribuímos pesos e também a opinião pessoal desse humilde roqueiro que vos fala.

E chegamos a esse resultado, diz aí nos comentários se concorda com a nossa lista, ou não, se ficou faltando algum diz aí desembola as letras.

Top 7 Bateras Brazucas

Vamos então a partir de agora falar sobre os 7 Melhores Bateristas do Rock Nacional de todos os tempos.

Leospa (Ultraje)

Leospa

Leonardo Galasso, o popular Leospa, nasceu em 20 de outubro de 1955 em São Paulo/SP.

Ele foi um dos membros fundadores do Ultraje a Rigor em1982 em São Paulo, juntamente com Roger (guitarra e vocal), Silvio (baixo) e Edgar Scandurra na outra guitarra.

Irreverente e bem humorado, Leospa tinha uma sonoridade mais firme e consistente, o que foi fundamental nos primeiros discos da banda.

Não desfazendo dos bateras que seguiram depois de sua saída, mas Leospa tinha uma pegada mais agressiva e de certa forma deu mais autoridade pra banda.

O bom humor era frequente não só em Leospa mas em toda a Banda.  Ele mesmo falava que podia não ser o melhor batera, mas com certeza entre os 10 melhores do mundo ele estava.

Leospa ficou na banda de 82 a 90, quando decidiu sair, pois não conciliava o seu recém matrimônio com os ensaios e turnês.

Clique no Player abaixo para acompanhar o Hit Nós Vamos Invadir a Sua Praia em uma apresentação ao vivo em 1985:

Ultraje a Rigor – Nós Vamos Invadir a Sua Praia

Fê Lemos (Capital)

Fê Lemos

No posto de número 6 dos 7 melhores bateristas do rock nacional de todos os tempos, aparece Antônio Felipe Villar de Lemos, mais conhecido como Fê Lemos do Capital Inicial.

Fê nasceu em 18 de Junho de 1962 na cidade do Rio de Janeiro/RJ.  Ele e o seu irmão o baixista Flávio Lemos, foram os membros fundadores do Capital Inicial.

Ele foi fundador também do Aborto Elétrico banda que originou o próprio Capital Inicial e a Legião Urbana,.

Foram também fundadores do Aborto, André Pretorious na guitarra e Renato Russo no Baixo.  Com a saída de André, Renato assumiu a guitarra e o irmão de Fê Flávio Lemos o baixo.

Em 1982, após desentendimentos com Renato Russo é decretado o fim do Aborto Elétrico.  Fê e Flávio fundam o capital inicial no ano seguinte em 1983.

Uma coisa que pouca gente sabe, é que a primeira vocalista do Capital Inicial era mulher.  Era Heloísa amiga de faculdade de Fê Lemos.

Além dela e do irmão no baixo, a primeira formação da banda, tinha Loro Jones na guitarra.

No entanto a participação de Heloísa na banda durou pouco, por pressão dos seus país, ela saiu logo no início.

Após audições, os irmãos Lemos aprovam Dinho Ouro Preto para os vocais, estava formada uma das maiores Bandas do Rock nacional.

Fê é mais reservado, o contrário do Batera que abre nossa lista o Leospa. 

Fê é o chamado baterista técnico, som consistente, sem surpresas o que faz dele e sua banda, estarem na Ativa até os dias atuais.

Veja o hit O Mundo em uma apresentação ao vivo na Capital Federal no player abaixo:

Capital Inicial – O Mundo

Carlos Maltz (Engenheiros)

Carlos Maltz

Carlos Maltz nasceu em 24 de Outubro de 1962 na cidade de Porto Alegre, lá nos pampas gaúchos.

Ao lado de Humberto Gessinger vocalista e guitarrista na época da fundação, Marcelo Pitz no baixo e Carlos Stein na outra guitarra fundaram o Engenheiros do Hawaii em 1985.

Ainda em 85 Carlos Stein deixa a banda e monta o Nenhum de nós, Augusto Licks entra no seu lugar,

Em 1986 antes da gravação do segundo álbum, Marcelo Pitz deixa a banda, Gessinger assume o baixo.

Estava formado o trio GLM, com Gessinger, Licks e Maltz, que gravou os discos de maior sucesso da banda.

O cara gosta tanto de bateria, que caso passasse no vestibular seu pai lhe daria um fusca e autorizou que poderia vender o mesmo para comprar a sonhada bateria.

Assim Maltz o fez, foi aprovado no vestibular para engenharia, passou o “bizorro” nos cobre e comprou a primeira batera.

Com o objetivo alcançado Maltz, largou a Engenharia, atravessou a rua e se matriculou no curso de Arquitetura.

O que muita gente não sabe, é que os Engenheiros do Hawaii, na realidade eram arquitetos e tinham uma certa rivalidade com o pessoal da Engenharia.

Tanto que o nome escolhido pela banda, foi uma forma de satirizar os rivais da Engenharia, que gostavam de andar com bermudas de surfistas.

Após sair da banda em 1996 Carlos se dedicou a Astrologia, Psicologia e até lançou livros. 

No entanto não descarta um retorno aos Engenheiros e parece ser favorável a ideia, deixando a entender isso em entrevistas recentes.

Assista no player abaixo o Hit Parabólica:

Engenheiros do Hawaii – Parabólica

Igor Cavalera (Sepultura/Cavalera Conspiracy)

Igor Cavalera

Na posição de número 4 dos 7 melhores bateristas do Rock Nacional de todos os tempos, aparece Igor Graziano Cavalera, nascido em Belo Horizonte em 4 de setembro de 1970, junto com seu irmão Max fundaram o Sepultura em 1984 ainda adolescentes.

Igor, ficou 22 anos na banda, antes de sair em 2006 para montar a banda Cavalera Conspiracy com seu irmão.

Ele ficou dez anos sem conversar com o irmão, depois da saída do mesmo em 96 após tretas por causa da esposa de Max.

Já contamos aqui em nosso blog, a história do Sepultura, clique no player abaixo para acompanhar em vídeo se preferir:

Vídeo da Edição 46 sobre o Sepultura

Dono de uma agressividade ímpar, habilidade que um batera tem que ter no mundo do Metal, Cavalera se destaca pelas suas enormes viradas e um bumbo duplo ultra rápido.

Outra característica desse Top batera, foi a fusão entre a bateria e a percussão, incorporando ritmos tribais ao som do Sepultura.

Por essa razão Igor figura entre os Top 7 bateristas do Rock Nacional,  e também por ter sido o baterista mais jovem a tocar em uma banda de rock com apenas 13 no Sepultura.

Se bem que no começo o som que Igor arrancava de sua batera era meio caótico, mais pro lado do trash metal mesmo.

Com o passar som anos ele foi desenvolvendo um estilo de som mais aperfeiçoado com suas viradas e o bumbo duplo rápido como já falei.

Acompanhe no player abaixo o Hit Ratamahatta, onde consta os ritmos tribais incorporados ao som da batera.

Sepultura – Ratamahatta

André Jung (Ira)

André Jung

Na medalha de bronze dos Top 7 Bateristas do Rock Nacional aparece André Jungmann Pinto, ou André Jung como é mais conhecido.

André nasceu no Recife em 12 de maio de 1961, no entanto logo sua família mudou para São Paulo/SP.

Assim como Carlos Maltz do Engenheiros, Jung tinha um acordo com seu Pai sobre passar no Vestibular.

Só que o trato não era ganhar um fusca e sim um contra baixo, é isso mesmo André não foi batera logo de cara, passou no vestibular e ganhou o baixo.

André gostava de baixo, entretanto, Já na faculdade começou a se interessar por percussão.

Sua primeira banda foi a Sossega Leão, banda que tocava ritmos caribenhos e logo vendeu o baixo e comprou sua primeira bateria.

Ele tocou nessa banda nos anos de 82 e 83, quando entrou para os Titãs.

No Titãs, ele foi batera de 83 até o final de 84, pois no dia 01 de janeiro de 1985 foi demitido em pleno feriado de ano novo.

André ficou abalado com a demissão, contudo seu desemprego durou um só dia, no dia seguinte foi chamado pelo Nasi para Ingressar no Ira.

Chegou ao Ira a tempo de lançamento de seu primeiro álbum Mudança de Comportamento, lançado em março de 1985.

Ele ficou no Ira até 2007, quando teve uma treta entre Nasi e seu irmão Airton Valadão, empresário da banda, quando a dissolução da mesma.

No Ira, André Participou de todos os álbuns, exceto dois ao vivo um em 2011 e 2017 quando a banda retomou as atividades.

Curiosidades Sobre Jung

Uma curiosidade sobre André, seu nome se tornou um dos modelos, da fábrica de baquetas C. Ibanez.

Outra curiosidade sobre André, ele é irmão do Ex Ministro do Desenvolvimento Agrário do Governo FHC, Rauj Jungmann.

Veja no player abaixo, o Hit Envelheço na Cidada:

Ira – Envelheço na Cidade

Charles Gavin (Titãs)

Charles Gavin

Na medalha de prata dos Top 7 Bateras do Rock Nacional, aparece Charles Gavin dos Titãs.

Charles de Souza Gavin nasceu em São Paulo/SP, no dia 09 de Julho de 1960.

Com cerca de 10 anos de idade a tocar surdo em sua escola em um desfile de 7 de setembro.

Mais tarde com 15 anos de idade, dois pedaços metálicos de frizo da parte lateral de um Opala de seu pai, viraram suas primeiras baquetas.

O sofá e as poltronas de courvin, viraram suas caixas de guerra, surdo e tarol, dois cinzeiros de alumínio se transformaram em pratos, seu primeiro protótipo de bateria estava pronto.

Aos 19 anos conseguiu convencer seu pai a comprar a primeira bateria real, sob a condição de manter-se nos estudos.

Em 1982 já na faculdade de administração da PUC, tocou em várias bandas underground, até ingressar no Ira.

Que troca troca hein André Jung é demitido do Titãs e vai pro Ira. 

Charles sai do Ira em 84 e vai para o RPM, isso mesmo, RPM e aí sim logo em seguida vai para os Titãs, onde ficou até 2010.

Ele é um dos mais respeitados bateristas do Brasil.  Em 1989 ganhou o prêmio da Revista Bizz de Melhor Baterista.

Veja no player abaixo o Hit Clítoris:

Titãs – Clítoris

João Barone (Paralamas)

João Barone

E a medalha de ouro do 7 melhores bateristas do rock nacional vai para………………….João Barone dos Paralamas do Sucesso!

João Alberto Barone Reis e Silva nasceu no Rio de Janeiro em 05 de agosto de 1962.

Diferente de Charles Gavin, suas primeiras baquetas eram varas de bambu, e travesseiros seriam suas primeiras caixas e tambores.

Apesar de ter entrado no Paralamas logo no início em 81, ele não foi seu primeiro baterista.

Ele substituiu Vital Dias as pressas em uma apresentação em um festival de música estudantil na faculdade de Zootecnia na Universidade Rural do Rio de Janeiro, onde Bi Ribeiro estudava.

O Vital do Hit,  Vital e Sua Mota, deu a famosa “Lencada” e Bi recorreu a um amigo em comum de Barone, que foi chamado e nunca mais largou a banda.

Como contamos aqui em nosso canal na edição de número 29, a história do Insuperável Herbert e os Paralamas do Sucesso.

Vou deixar um Link na descrição pra você acompanhar.

Barone foi desenvolvendo suas habilidades na bateria com a experiência na Banda. 

O álbum selvagem de 1986 mostrou bem isso, uma pegada com mistura de ritmos Brasileiros, Africanos e Jamaicanos.

Ele apreciava os trabalhos de Lobão e Serginho Herval do Roupa nova.  Entretanto, suas maiores influências eram internacionais.

João Admirava os trabalhos de Ginger Baker (que trabalhou com Eric Clapton), Mitch Mitchell (Jimi Hendrix), Keith Moon (The Who), e John Bonham (Led Zeppelin).

Maior Influência

No entanto seu maior ídolo era Stewart Copeland do The Police.

A idolatria de João era tanta, que no início a banda carioca chegou até a ser compara com o Trio Londrino.

Primeiro por ser um trio, e segundo a sonoridade das bandas parecerem muito.  Como por exemplo no segundo álbum da banda “Passo do Lui”.

Nesse álbum o estilo de tocar bateria de João, lembra muito o de Stewart Copeland do The Police, principalmente nas faixas,”Óculos, “Meu Erro” e “Assaltaram a Gramática.

João Barone ganhou inúmeros prêmios de melhor instrumentista em revistas musicais  e canais de tv, como o Multishonw em 99 2003 e 2011

Sobre a semelhança na sonoridade com Stewart Copeland, veja o clipe Assaltaram a Gramática dos Paralamas no player abaixo:

E no player abaixo o clipe do The Police Every Little Thing She Does is Magic, para você fazer sua comparação:

E além desses dois clipes tem os outros 6 dessa matéria, como já falei, o link do nosso site está na descrição.

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Para acompanhar essa matéria em vídeo, basta clicar no player abaixo:

Vídeo dessa Matéria

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